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Amvat quer que soldados que participam de formação permaneçam no Vale

Voltar 31/05/2019
Diretoria esteve reunida nesta semana, na sede da entidade
A Associação dos Municípios do Vale do Taquari (Amvat) vai solicitar, ao Governo do RS, que os 86 soldados da Brigada Militar que estão participando do curso de formação em Lajeado, permaneçam atuando na região depois de sua formatura, prevista para o início de agosto. O pleito será encaminhado ao Executivo estadual e foi um dos assuntos debatidos pelos prefeitos na reunião da diretoria da entidade realizada na última quarta-feira (29.05), na sede da associação, em Estrela.
 “Uma das dificuldades dos órgãos de segurança em nossa região é a falta de efetivo. Temos informações de que há um déficit de mais de 400 policiais militares no Vale do Taquari. A permanência dos soldados que estão concluindo a formação virá minimizar esta carência, o que certamente reforça as ações da Brigada Militar no combate à criminalidade”, assinala o presidente da Amvat, prefeito de Teutônia Jonatan Brönstrup.
Os soldados iniciaram a formação no mês de novembro do ano passado. São oito meses de curso – o término será no mês que vem – com 51 disciplinas e 1.670 horas-aula. São soldados aprovados em concurso público realizado pelo governo do RS e do grupo de 86, 11 são de outros estados. Conforme o coordenador da Formação, major Fábio Kuhn, o ideal é que todos permanecessem, pois já estão inclusive adaptados na região. 
Telefonia 
Na reunião os prefeitos também trataram de outros assuntos de interesse regional. Brönstrup destaca a realização, no próximo dia 13, de audiência no Procon-RS, em Porto Alegre, a respeito da situação das telecomunicações no Vale do Taquari, assim como ocorreu com a RGE Sul, em fevereiro. Esta reunião, para a qual estão sendo convidadas as principais empresas que operam no Vale, começou a ser articulada na assembleia da associação realizada em abril, quando o secretário da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Catarina Paladini,  recebeu pesquisa sobre a avaliação dos serviços na região, entregue pelo presidente da Amvat, Jonatan Brönstrup, e pela presidente do Codevat, Cíntia Agostini.
Em relação à telefonia móvel, por exemplo, 90,8% dos respondentes indicaram que os serviços prestados são péssimos, ruins ou regulares e 36% qualificaram como péssimos. A percepção mais genérica é de que há a necessidade de instalação de mais antenas, para maior cobertura de sinal em toda a região, e também foi solicitado auxílio dos órgãos de fiscalização e da gestão pública para solucionar estes problemas. 

Agenda de atividades

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Agenda Completa

21/11/2019

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29/11/2019

Assembleia geral da Associação - Progresso (à tarde)